Muito bom dia aos futuros leitores deste futuro famoso blog.
Vivemos uma época de dissecar ao máximo todos os detalhes mínimos e sabemos muito bem que o resultados grandes coisas são os pequenos detalhes que o decidem tudo, tudo mesmo. Nada pode ser desprezado, qualquer aparente insignificante detalhe carrega uma contribuição imensurável aos que não se adaptam a isso, tempos de nanotecnologia.
Neste circuito complexo deste aparelho chamado mundo, toda a parafernália de peças e funções tem sido constantemente buscadas, alguns pontos até que ganham concordância de uma parte, outra logo se contrapõe e assim vamos tentando entender o “inintendível” e criando novidades, como o termo entre aspas referido atrás. Enquanto já ficamos estarrecidos com a tamanha ignorância e incapacidade de ao menos sonhar em entender um pouquinho de como funciona esse aparelhinho em órbita e seus habitantes, podemos dizer que crises existenciais serão naturalmente brotadas ao tentarmos explicar a relação de duas peças avulsas que se encaixam e vão desenvolvendo um mundinho paralelo, um aparelhinho particular, que graças a nossa santa nanotecnologia, justifica por ser menor, mais sensível, complexo e exigente de maior cuidado. Talvez se cada uma dessas peças avulsas se preocupassem somente em entender seu funcionamento uma vez em conjunto com outra peça (ou com outras, se for o caso), seria menor o número de peças perdidas em ideais conjuntos, de sonhos coletivos individualmente esquematizados, para que no final apenas uma única peça saia vencendo a ondulação brusca da fonte de alimentação que nutre cada um de nós, pobres peças. De tão insignificantes que cada peça que somos diante das bilhões espalhadas por cada compartimento deste aparelhão, qual seria a importância de uma estação? Um ponto entre duas peças, onde energias que de tão fortes, se atraem, se explodem, se matam, morrem, machucam e não se desconectam por motivos de força maior. Haveria alguma assistência técnica que poderia averiguar os motivos deste curto-circuito? Qual seria o destino de duas peças que quase se invalidam por suas próprias energias, por suas próprias ganas de serem boas, corretas, agradáveis, parceiras e não conseguem explicar nem o que se passa por elas? Mesmo que sem saberem para onde ir, mas, com o desejo insaciável de não ficarem engessados assim, o que pode acontecer com essas pecinha? O que será que será? Será que seu Chico responde? Será que Hernanes profetiza? Será que no plenário justificam? Será que na votação contornam? Ou será que a insanidade, mal educada, não bateu a porta e logo entrou tomando conta de tudo antes que tomássemos conta dela?
Agora é hora de em cada mínimo detalhe analisar se de fato no ponto em que tinham em comum partiram para rumos diferentes, que ligações interferem e o quão estão estas peças conectadas. Qualquer futuro leitor deste futuro famoso blog tem dois pontos em que no momento desta leitura podem não estar se encontrando como desejava. Cada um denomine suas peças em suas complexas redes ligadas ao aparelhão que está orbitando a nossa fonte de energia vital. Só sei que a força que não reconhece barreiras na atração, é a mesma que não poupa sofrimentos a cada coração, de cada peça, de cada rede, de todo este altamente tecnológico aparelho “Vida XXI”.
(Observação, e se estiver totalmente equivocado neste ponto de vista e de vida, que prontamente possa ser desconectado destas ligações então ligadas. Sem direito a troca ou devoluções).
(Pergunta, até quando tudo isso funciona? Tem data de validade?).
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
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Tudo nessa vida tem prazo.
ResponderExcluirPor mais que nao tenham as pessoas dão prazos