Muito bom dia aos futuros leitores deste meu futuro famoso blog! Quem disse que não tiro férias, que trabalho demais, que nunca tenho tempo pra nada, que não paro nunca? Arrumei um jeito de tirá-las, no blog! Sim, vejam minha última postagem e olhem a data deste novo escrito digital eternizado pelos ainda desconhecidos seguidores que estavam morreeeeeeeendo de saudades! mais de um mês de férias, agora a coisa ficou séria, voltaremos ao trabalho diariamente necessário.
Durante minhas férias imaginárias com personagens reais, muito pensei, refleti, até um pouco foi vivido de um modo diferente mas nada foi escrito. E mesmo que apenas psicologicamente estava de féiras, mesmo todos os dias tendo as obrigações cumpridas normalmente (exceto escrever no blog), bate aquele sentimento que todo ano o pós-férias nos deixa carregados, assim como taxas impiedosas de impostos. É o imposto de consciência.
A virada do ano, a esperança que nasce tão forte quanto a dor de cabeça e ressaca nos deixa por algum tempo envolvidos nas recordações dos festejos, brindes, alegrias, celebrações e impressões de todo é feliz e nesse ano será sempre assim... mas ressaca, dor de cabeça e euforia passam. E a melhor parte é que mesmo por causas distintas elas tem um mesmo efeito Drummondiano, "E agora José?" Será que conseguiremos cumprir os sonhos de verão? Será que conseguiremos ser pessoas melhores, profissionais mais eficientes, amigos mais agradáveis, companheiros mais completos, seremos mesmo mais realizados? Que o grande público que venha a ter essa leitura e o momento pensando comigo mesmo, que não encarem isso como uma coisa negativa para ficarmos ao relento dos medos, remorsos, fracassos e que o mundo se torna uma grande lamentação. Agora é um momento lindo de encarar o espelho e desafiar aquela imagem projetada na sua frente, afinal, esse é o único e real ser com quem você sempre poderá competir, superá-lo, mostrar as garras e ser mais forte que ele. Porque o ser que reflete é um, o que pensa, o que sente, o que planeja é outro. É um desafio constante de sobriedade com fantasia e há de se buscar o ponto de equilíbrio, pois esse ponto é o que resto consegue ver.
Não podemos perder nossa verdadeira essência, mas devemos melhorar sempre. Não podemos perder os sentimentos, tornarmos seres frios, sem graça. É ilusão pensar que nunca mais sofreremos nesse ano, mas que os impactos serão menores, que a hablidade de se relacionar deve ser aprimorada a cada amizade, encantamento e porque não acreditar em um novo amor? Mas que possamos ser melhores. Mas que cada novo passo da vida não seja para preencher um espaço vazio de um último fracasso ou tentativa de compensação. A única coisa que compensa na vida, é a sensação que realmente compensou tudo o que você viveu.
Coroados de glória viveremos, ou juraremos com glória morrer!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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