
Buenas futuros leitores deste futuro famoso blog.
Existe um povo ao sul do Brasil que merece um texto em especial hoje. Venho por esses últimos cinco meses trabalhando em uma empresa gaúcha e gerenciado por um típico nativo. É até muito comum diariamente cairmos em intensas bateiras humorísticas com longas jornadas de risadas. Ter riso frouxo em alguns momentos é muito complicado como foi evidenciado no texto "Pura vitamina C", deixar motivo pra um pegaço é um perigo, há de se ter cuidado com tudo o que fala o tempo todo, bobeou vai ser sarreado com certeza!
E para a história gaudéria vamos registrar, num desses finais de semana, saimos da loja e fomos de tropa a levantar acampamento na casa do caudilho. Ja fui recebido com uma explosão do fogo que era despertado em brasas fortes na noite joseense, o lago na frente da casa até registrou algumas ondinhas com a propagação da explosão daquela churrasqueira. "Churrasco de gaúcho começa assim, não ascende a churrasqueira, explode"! A churasqueada que começou explosiva não podeira dar tudo tranquilinho depois... hora de botar as carnes. Diria um amigo pampero que eu tenho "ovelha não é pra mato", e gaúcho não é pra fazer churrasco em grelha, aí complica.
Vai primeiro o frango, depois o salsichão (também conhecido no resto do mundo como linguiça) e chega a hora da mais esperada de todos os tempos, a tal costela! Mas por favor senhores e senhoras, não era uma costela comum, era uma baaaaaaaaaaita costela. Baita também foi a idéia de fazê-la inteira na grelha (se eu acho quem deu a idéia eu mato! rs). Eu como assistente direto do assador ofical de todos nossos eventos, trago a grelha pra perto do peito e o chefe espalha aquele espetaculo bovino (ou vaquino, uma vez que não sabemos se era de boi ou de vaca). Por uma astúcia que nunca antes tinha gozado, percebo num relance a grelha tomando forma de uma rede, devia ser pela costela que parecia estar bem leve! Temos que também fazer lembrança de outro ser que ainda não temos notícias, ele, o protagonista de ter montado uma churrasqueira pré-montada e não ter chumbado a bela arquitetônica em tuas juntas, isso é será um fato muito relevante no decorrer do assado. Alguns minutos de fogo, algumas tulpas brindadas e muita conversa jogada ao ar, sou convocado pelo mestre de cerimônia a auxilia-lo em outra investida sobre a tão esperada costela. Trago outra vez a grelha junto ao peito, dessa vez estava assustadoramente pesada, o reflexo instantâneo diz que se deve responder a força recebida na mesma moeda, o fiz. Detalhe que de um segundo para o outro o vão em que a grelha estava encaixada parecia ter afrouxado, não era possível. Uma das hastes da grelha entorta em minhas mãos enquanto o índio velho brigava feroz e velozmente pra devolve-la as brasas que coloriam a noite, entretanto olha para uma das paredes laterais da churrasqueira pré-montada e não rejuntada uma pequena inclinação fora do eixo, gritei igual a cusco com rabo pisado "olha a paredinha, ó vai cair, a parede!". Banquei o louco da noite ate a física seguir o rumo dop mundo e levar uma das laterais da churrasqueira ao chão. Choveu sal groso, rolou salsichão, saiu voando asinhas de frango e despencava costela por todo lado, o vocabulário num momento desses também não fica tão recomendado a uma publicação como essa (deixa apenas em off).
Passado o semi desastre do costelaço, condenados os culpados e inocentes, sobra pra todo mundo numa dessa. Depois de tudo ainda conseguimos salvar a noite e de um jeito ou de outro saiu a costela gaudéria na grelha paulista e mais um bordão pampeiro, "nunca mais faço churrasco em grelha, é só espeto, é só espeto!".
Uma lenda urbana dessa não poderia ter uma consequência discreta. Segunda-feira, voltando todos pra loja, mais uma semana de desafios metas e trabalho, uma página de noticiário internauta nos avisa que um noivo que estava a caminho de seu casamento morreu após um ataque de sei lá o que. Meu amigo caudilho se levanta de sua cadeira e quase como um grito de guerra exaltado manda pro ar, "casamento de gaúcho é assim, não tem essa de desmainho no altar, já morre de uma vez", aí sim, eu não podia perder essa, "churrasco de gaúcho é assim, não tem essa frescura de virar a carne, ja quebra logo a churrasqueira!"
Como havia falado, não pode deixar barato que será sarreado. Está aí mais uma barranqueada do vivente forasteiro que saiu da Repúblca do Rio Grande.
Abraço forte a todos meu futuros leitores deste futuro famoso blog, e não se esqueçam, se deixar barato vai ser sarreado, e jajá teremos a saga de Sebastiago, o rei do humor, o herói da alegria!
Existe um povo ao sul do Brasil que merece um texto em especial hoje. Venho por esses últimos cinco meses trabalhando em uma empresa gaúcha e gerenciado por um típico nativo. É até muito comum diariamente cairmos em intensas bateiras humorísticas com longas jornadas de risadas. Ter riso frouxo em alguns momentos é muito complicado como foi evidenciado no texto "Pura vitamina C", deixar motivo pra um pegaço é um perigo, há de se ter cuidado com tudo o que fala o tempo todo, bobeou vai ser sarreado com certeza!
E para a história gaudéria vamos registrar, num desses finais de semana, saimos da loja e fomos de tropa a levantar acampamento na casa do caudilho. Ja fui recebido com uma explosão do fogo que era despertado em brasas fortes na noite joseense, o lago na frente da casa até registrou algumas ondinhas com a propagação da explosão daquela churrasqueira. "Churrasco de gaúcho começa assim, não ascende a churrasqueira, explode"! A churasqueada que começou explosiva não podeira dar tudo tranquilinho depois... hora de botar as carnes. Diria um amigo pampero que eu tenho "ovelha não é pra mato", e gaúcho não é pra fazer churrasco em grelha, aí complica.
Vai primeiro o frango, depois o salsichão (também conhecido no resto do mundo como linguiça) e chega a hora da mais esperada de todos os tempos, a tal costela! Mas por favor senhores e senhoras, não era uma costela comum, era uma baaaaaaaaaaita costela. Baita também foi a idéia de fazê-la inteira na grelha (se eu acho quem deu a idéia eu mato! rs). Eu como assistente direto do assador ofical de todos nossos eventos, trago a grelha pra perto do peito e o chefe espalha aquele espetaculo bovino (ou vaquino, uma vez que não sabemos se era de boi ou de vaca). Por uma astúcia que nunca antes tinha gozado, percebo num relance a grelha tomando forma de uma rede, devia ser pela costela que parecia estar bem leve! Temos que também fazer lembrança de outro ser que ainda não temos notícias, ele, o protagonista de ter montado uma churrasqueira pré-montada e não ter chumbado a bela arquitetônica em tuas juntas, isso é será um fato muito relevante no decorrer do assado. Alguns minutos de fogo, algumas tulpas brindadas e muita conversa jogada ao ar, sou convocado pelo mestre de cerimônia a auxilia-lo em outra investida sobre a tão esperada costela. Trago outra vez a grelha junto ao peito, dessa vez estava assustadoramente pesada, o reflexo instantâneo diz que se deve responder a força recebida na mesma moeda, o fiz. Detalhe que de um segundo para o outro o vão em que a grelha estava encaixada parecia ter afrouxado, não era possível. Uma das hastes da grelha entorta em minhas mãos enquanto o índio velho brigava feroz e velozmente pra devolve-la as brasas que coloriam a noite, entretanto olha para uma das paredes laterais da churrasqueira pré-montada e não rejuntada uma pequena inclinação fora do eixo, gritei igual a cusco com rabo pisado "olha a paredinha, ó vai cair, a parede!". Banquei o louco da noite ate a física seguir o rumo dop mundo e levar uma das laterais da churrasqueira ao chão. Choveu sal groso, rolou salsichão, saiu voando asinhas de frango e despencava costela por todo lado, o vocabulário num momento desses também não fica tão recomendado a uma publicação como essa (deixa apenas em off).
Passado o semi desastre do costelaço, condenados os culpados e inocentes, sobra pra todo mundo numa dessa. Depois de tudo ainda conseguimos salvar a noite e de um jeito ou de outro saiu a costela gaudéria na grelha paulista e mais um bordão pampeiro, "nunca mais faço churrasco em grelha, é só espeto, é só espeto!".
Uma lenda urbana dessa não poderia ter uma consequência discreta. Segunda-feira, voltando todos pra loja, mais uma semana de desafios metas e trabalho, uma página de noticiário internauta nos avisa que um noivo que estava a caminho de seu casamento morreu após um ataque de sei lá o que. Meu amigo caudilho se levanta de sua cadeira e quase como um grito de guerra exaltado manda pro ar, "casamento de gaúcho é assim, não tem essa de desmainho no altar, já morre de uma vez", aí sim, eu não podia perder essa, "churrasco de gaúcho é assim, não tem essa frescura de virar a carne, ja quebra logo a churrasqueira!"
Como havia falado, não pode deixar barato que será sarreado. Está aí mais uma barranqueada do vivente forasteiro que saiu da Repúblca do Rio Grande.
Abraço forte a todos meu futuros leitores deste futuro famoso blog, e não se esqueçam, se deixar barato vai ser sarreado, e jajá teremos a saga de Sebastiago, o rei do humor, o herói da alegria!

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